URUPEMA

Urupema é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 27º57'20.96" sul e a uma longitude 49º52'34.59" oeste, com altitude média na área urbana de 1.335 metros (junto à Praça Principal, sendo que no nucleo urbano as altitudes variam entre 1320 (CTG) até 1400 m saida para Rio Rufino)),que juntamente com a cidade de São Joaquim, tem as sedes mais altas do sul do Brasil. O núcleo urbano se encontra num pequeno vale abre-se gradualmente para SE, circundado por elevações com até 1.733 m (Morro das Torres), que lhe da abrigo ao N e em cujas encostas foi instalada a pequena cidade. Tem um clima subtropical de altitude e desde que foi instalada uma unidade meteorológica do CIRAM-EPAGRI, registrar as mais baixas temperaturas do Brasil(últimos 3 anos com minimas absolutas perto de -10 graus).Tem temperatura média anual de 13 °C, chuvas bem distribuídas ao logo do ano, elevado numero de dias com nevoeiros nos cumes (morro das Torres, Morro Agudo, etc), alta umidade relativa do ar, exceto em dias de geada que cai abaixo de 30, 20%. Por estar abrigada por todos os lados, menos o SE, pela altitude elevada, pelo relevo local, presença de barreiras elevadas circundantes, suas máximas são sempre baixas, mas um pouco mais elevadas que em outras localidades da Serra Catarinense, localizadas no topo das amplas colinas, coxilhas, de cima da serra. Em janeiro, mês mais quente, a temperatura média é de 17 °C, e julho, mês mais frio, a média é de 8 °C, com possibilidade de queda de neve entre maio a agosto, geadas severas entre abril a setembro e medias a fracas nos demais meses. Assim, e uma das raras cidades brasileiras com geadas em todos os meses do ano, mais raramente em janeiro.Alem de registras as mais baixas temperaturas nacionais,o microclima de Urupema mostra acentuada variação térmica no decorrer do dia.E comum amanhecer muito frio e em poucas horas a temperatura pode dar sensação de muito calor, embora a máxima possa ficar em torno de 15 graus. As quedas de temperaturas são abruptas e as chuvas podem ser copiosas em curto tempo. Elevado e o numero de dias ensolarados.

Sua economia gira em torno das atividades agro-pastoris, com destaque para pecuária de corte, fruticultura da maçã, extracão da semente (pinhão)do Pinheiro-brasileiro (Araucaria angustifolia), já que a sua topografia acidentada, solo pedregoso, de pequena espessura, poucas áreas de relevo plano, quase sempre fortemente encaixados, próximos a drenagem, não permite lavouras de grãos. O turismo, essencialmente de inverno, depende das ondas de frio e o município, embora tenha algumas pousadas explorando o turismo rural, sem enorme carência e infra-estrutura que atenda adequadamente o turismo crescente, pois o Brasil descobriu nos últimos 2 anos a pequena, hospitaleira, maravilhosa Urupema, através principalmente da assessora do departamento de turismo, Marília de Oliveira, através de suas fabulosas fotos na mídia nacional.

Quanto a flora,a região e de transição de matas entrecortadas por campos nativos (estepes).Essas duas classes, com outros subtipos, conforme a altitude, relevo, formam muitas vezes mosaicos, zonas de transição e ao contrario dos demais campos sulinos, sejam eles no Pampa ou nos Campos Gerais do PR ou do interior catarinense,localizados no centro, norte e parte do oeste de SC, ocupam os cumes dos morros e desaparecem no relevo mais acidentado, na constante substituição da vegetação campestre por matas, a medida que o clima esquentou, tornou-se mais úmido, desde a ultima grande glaciação (que terminou por volta de 11500 antes do presente)nos ciclos climáticos naturais do planeta e que o homem, através de sua forte ação, interrompeu com queimadas, pastoreio, etc. Os campos Sulinos,reflexos de um clima mais frio e seco, estão presentes ha milhares de anos no sul do Brasil. Urupema como todas as cidades do Planalto Meridional ou das Araucárias, sofreu severamente, principalmente entre as décadas de 1950-1990,com a exploração madeireira, sendo o pilar econômico, inicio, de praticamente todas a cidades, serranas do sul do Brasil, que posteriormente, mudaram a sua economia, da pecuária extensiva para agricultura de grãos essencialmente. A Floresta das Araucárias ( Floresta Ombrófila Mista, no caso especifico montana e alto-montana), parte do bioma Mata Atlântica, foi praticamente devastada. Recrudescimento das leis, novos ciclos, as pressão da sociedade, embora incipiente por décadas, sobre a riqueza natural existente, abundante, permitiu que nos últimos 30 anos, uma recuperação se desencadeasse e hoje as cidades da Serra Catarinense são o melhor local para se observar, algo que não tem mais sentido de chamar de Pinheiro-do-Parana (Araucaria angustifolia- que explorou muito também e em cujo porto de Paranaguá exportou gigantescos volumes dai o nome) . O alvo sempre foi a Araucária, imbuia, cedros, canelas, xaxim-bugio, etc. Mas o pinheiro-brasileiro foi o alvo essencial e essa conífera de raríssima beleza, que não se parece com nenhuma outra especie arbórea brasileira, teve o azar de ser abundante, cilíndrica o que muito facilitou a sua movimentação, transporte, de madeira durável, de excelente qualidade e a essa especie, deve-se a fixação humana em uma área historicamente muito fria, pelos primeiros aborígines, notavelmente dos grupos kaingang e xokleng. Em função de boa parte de Urupema ser de vegetação de campos nativos, a sua ocupação de descendentes de origem europeia, ocorreu com o Ciclo da pecuária, do tropeirismo, quando ´para abastecer o mercado de carne bovina, muares, equinos,no seculo XIX principalmente de São Paulo, Minas Gerais, muitas localidades nasceram no Planalto Sulbrasileiro, sendo as caravanas inicialmente provenientes do território de São Pedro (RS, que necessitava de entrepostos, local de pernoite, de áreas cercadas para os rebanhos.Posteriormente as rotas de abastecimento mudaram de eixo S-N para o litoral que topograficamente, climaticamente, forte industrialização, concentraram a população catarinense nas proximidades do oceano.

Então, com riqueza excepcional, em função do relevo, quanto a flora, Urupema tem a maior parte de seu município dentro da Floresta de Araucárias (Floresta Ombrofilia Mista Montana e alto montana), consideráveis áreas de Campos Sulinos,atualmente quase totalmente substituídos no Planalto Meridional por lavouras, mas que na região devido a topografia acidentada, pouca espessura do solo, baixa fertilidade, capacidade de animais por área, forte decréscimo de disponibilidade alimentícia no inverno, mantem-se os mais preservados do Sul do Brasil. Mas ha uma joia rara, frequentemente esquecida, praticamente nunca comentada, que nas maiores altitudes, em contas em torno de 1500m, a Floresta com Araucária, da lugar, entra em áreas de transição, com a mais rara mata do bioma Mata Atlântica, a Matinha Nebular, Floresta Anã, das Nuvens. São arvoretas, ricas es epífitas, bromélias, orquídeas, retorcidas, escuras, sempre úmidas,densas, algo como fechadas por fora, sujeitas a fortes ventos, fenomenos climáticos severos e que podem ser vistas nas proximidades do Morro das Antenas( Torres ou do Campo Novo), Morro Agudo e das maiores cotas do município. Convém salientar, que a Matinha Nebular nessa longitude, e distinta, com mais elementos de transição, da Mata das Araucárias, mas você tem ótima ideia da diferenciação a medida que sobe o Morro das Torres, desde a Mata dos Pinhais, alto montana, passando pela Matinha Nebular (no caminho de acesso ao morro, cachoeira que congela) na estrada Urupema-Rio Rufino, quando, a Matinha Nebular desaparece no meio de enclaves de Campos Nativos e de repente, sem transição aparentes, chega-se ao topo e ao contrario dos demais campos sulinos, o topo ~e de turfeiras, campos sempre úmidos, incrível, excepcional esponja de água, origem de tantos rios e que constituem a maior riqueza natural da fabulosa Serra Catarinense, o bem mais precioso, a água.

Nos últimos anos, deve-se comentar um diferencial. Urupema tem sido governada por uma administração p~ublica consciente, que procura fazer os esforços necessários e tem sido um enorme diferencial na região, tradicionalmente conservadora, de feudos, de interesses próprios maiores que os coletivos. A região e carente, de baixos índices de desenvolvimento humano, de economia pouco diversificada, de tradição campeira, que aos poucos busca através de sua extraordinária riqueza natural, povo caloroso, gentil, educado, cortes, vislumbrar um futuro melhor. Mas e algo que precisa muita de planos, pois a massiva exploração, sem educação, consciência dos riscos, da vulnerabilidade, pode tornar um paraíso, um desastre que já vimos muitas vezes.


Sua população de aproximadamente 2.550 habitantes e possui uma área de 353 km².

 

História e geografia

Urupema (com variantes de arupemba, arupema e urupemba) é uma peneira (de palha) indígena na língua dos kaingangs, do grupo macro-jê. "Uru" tem significado de "água fria, gelada" e "pema", ainda precisa de uma definição. Segundo Luiz Nobrega (RJ), Urupema é uma peneira de fibra vegetal, usada para peneirar farinha de milho, farinha de mandioca, etc.

Seus primeiros habitantes foram atraídos pela fartura que o pinheiro-do-paraná (araucaria angustifolia) propiciava a avifauna e que os alimentava durante meses, quando a rara conífera foi durante muitos séculos, a base da alimentação indígena na época de maior carência nutricional (outono-inverno) nas serras do Brasil meridional, tendo muitas vezes, salvado também a vida de muitos imigrantes europeus. A abundância da araucária foi a razão pela qual houve ocupação de áreas mais frias dos estados sulinos por um povo desprovido de animais silvestres de grande porte, que lhes pudessem fornecer abrigo térmico como ocorreu na América do Norte com os ameríndios, com relação aos bisões e alces.

O ponto mais alto do município é o Morro das Torres (ou Morro das Antenas, com o nome antigo de Serra do Campo Novo e consequentemente, de Morro do Campo Novo) com 1.733 metros de altitude e e um dos pontos mais frios do Brasil, tal como o Morro da Igreja e o Morro da Boa Vista, as maiores altitudes de Santa Catarina, ambos mais próximos da borda E da Escarpa da Serra Geral, distante poucos quilômetros E-NE da máxima elevação de Urupema. Há outra elevação acima de 1700 m (1706), tambem na borda N do municipio de Urupema, é o Morro Agudo, facilmente visto na entrada S da cidade e vizinho a E do Morro das Torres.

À sombra do Morro das Torres (face E), com cerca de 1.550 metros de altitude no topo, situa-se a Cachoeira que Congela, que recebe este nome por permanecer congelada nos dias mais frios do inverno, fenômeno único no país, quando em 1975 permanceu vários dias com grossas camadas de gelo e, mais recentemente, em julho de 2000, com 12 dias completamente congelada (fonte do próprio proprietário do local e as fotografias em seu arquivo provam a ocorrencia).

Um pouco mais ao N, (cerca de 6 km) na rodovia sem pavimentação que liga Urupema à cidade de Rio Rufino, nas proximidades do acesso a Cachoeira que Congela (1.507 m de altitude, sua base junto a estrada) e ao Morro das Torres, encontra-se um dos pontos mais elevados das estradas do sul do país (com tráfego normal), com 1.565 m de altitude no topo da “serra”, que dá acesso ao Morro das Torres e cuja estrada chega a até 1.733 m de altitude.

Sua altitude (minimas ao S em torno de 900 m e maximas ao N com cerca de 1750 m) e posição geográfica no planalto sul-catarinense, encravada na mais afastada "serra" com mais de 1700 m de altitude, serranias de orientação SE-NE, favorecem no inverno, temperaturas que podem chegar aos -10°C, sendo relativamente comum a ocorrência de neve nos pontos mais altos do município, assim como raros fenomenos meteorológicos associados ao frio no país. As temperaturas podem ir abaixo de zero, durante a noite e mesmo durante o dia, entre os meses de abril e novembro, embora seja muito comum temperaturas mínimas absolutas em torno de 5 graus ao longo de todos os meses do ano, com geadas aparecendo em praticamente todos os meses do ano (em janeiro a sublimanção do orvalho é mais rara). Em 2010 foi registrada a temperatura de -7,8°C e nevou 30 cm. Em 2011, menor ainda com -8.9 graus, sendo indiscutivelmente a cidade brasileira exposta as menores temperaturas.Em Junho de 2012, em 08 e 09, teve temperaturas entre -8.6 e -7.9 graus.

Juntamente com São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Urubici no mesmo estado, e São José dos Ausentes,Bom JesusCambará do Sul no estado vizinho do Rio Grande do Sul, que normalmente são as cidades mais frias, do Brasil, onde há pelo menos 8 meses do ano com possibilidades de gear ou nevar entre Abril e Setembro. A antiga estação meteorológica de Urupema (CIDASC, automatizada, mas desativada desde que o CIRAM-Epagri instalou nas proximidades do Parque de Exposições, era uma das mais elevadas de SC, com 1.419 m de altitude (cerca de 1 km ao norte da sede), ficando apenas abaixo da estação do Morro da Igreja (INMET), com 1810 m e próxima da terceira estação mais elevada de Santa Catarina, no Distrito são-joaquinense do Cruzeiro (Climaterra) (cerca de 1400 m). Em função de estar localizado abaixo do Morro das Torres (face Sul), na direção preferencial do escoamento do ar frio e estando a quase 100 m mais elevado que a sede municipal, a estação meteorológica mostrava com freqüência mínimas mais baixas que a sede de Urupema e menores máximas que o termômetro junto à Praça de Urupema, mas com freqüência as mais baixas temperaturas do Brasil, em fortes ondas de frio.Tanto a estação do CIRAM-Epagri, como outra pertencente a uma comunidade virtual de climatologia, poderãos ser acessada pela rede, com atualização em poucos segundos.

No Morro das Torres, local de fácil acesso, todo o rigor do clima de Urupema é observado, pois a sua localização geográfica, posição frente juntamente com a vizinha Serra da Farofa, são as últimas elevações com mais de 1.700 da Serra Catarinense (rumo SW e W) e do Sul do Brasil, em todo o extenso planalto da Formação Serra Geral, maior derrame de lavas vulcânicas do planeta, quando outras elevações com altitudes semelhantes, somente na pré-cordilheira andina.Como tantas outras elevaç~eos da Serra Catarinense, o Morro das Torres, Serra da Farova, Morro Agudo, tem em seus topos quase planos (caso do das Torres e nos demais, pequena área cumeira), as rochas aflorantes são dos últimos derrames, de natureza ácida (grupo dos dacitos, rio-dacitos e riólitos), e em menores cotas, as abundantes rochas vulcânicas básicas (todo o núcelo de Urupema e maior parte de seu território)do grupo do basalto. A idade média dessas vulcânicas de extravassamento é de cerca de 133 milhões de anos, antes do presente.

O Morro das Torres, juntamente com as porções dos Campos dos Padres, onde se localizam os pontos mais elevadas de Santa Catarina, em áreas dos municípios de Bom Retiro, Urubici e Grão Pará e, mais ao Sul, no belíssimo conjunto de mais de 60 cumes com altitudes superiores a 1.700 m, pertencentes a Urubici e Bom Jardim da Serra, próximos ao Morro da Igreja é palco de um raro fenômeno climático brasileiro, que é o congelamento, de nevoeiros (sincelo ou Rime), quando em baixíssimas temperaturas e fortes ventos, o gelo resultante da sublimação do vapor de água super resfriado, acumula-se sobre a vegetação arbustiva e as antenas de alguns morros, lembrando nevascas, sem ser uma precipitação ou geada severa. O Morro das Torres é o melhor local brasileiro para se observar o sincelo e o de mais fácil acesso rodoviário.

Uma dica: se a saúde e consciencia ainda lhe permite, chegue em Urupema de todas as formas, mas se o seu espirito aventureiro ainda lhe permite, va de onibus, através da linha Lages-Rio Rufino, pela empresa Manfritur, com dois horários diários. Conheça a hospitalidade serrana, através do motorista e cobrador, que lhe tratam de forma excepcional. Conheça um pouco mais o povo serrano, pelo velho onibus, que todo dia, cruza o passo mais elevado do Sul do Brasil, pouco depois de Urupema, em direção a Rio Rufino, com cerca de 1550 m de altitude, isso é rodovias de fluxo continuo.Obserev que com exceção dos pássaros voando de SE, todas as formas de se chegar em Urupema, obrigam-no a descer para atingir o´peqeuno núcleo urbao e ele está em média a 1335 m de altitude.

Por razões diversas, pouca população, turistas apenas no inverno e invariavelmente buscando apenas neve, por desconhecimento quase completo climático do país, custos que ainda não permitem empreendimentos rentáveis o ano todo, ainda sem vinícolas,gastronomia local com eventos tradicionais, sem possibilidade de alimentação em restaurantes à noite e raros no almoço, tornam Urupema um destino de poucas horas ou dias, para aqueles acostumados a ver o frio pela TV ou pelas janelas. Mas há hospedagem para ninguem colocar defeito nas fazendas que exploram o turismo rural, todas bem próximas ao núcleo urbano.E se faltar leitos nos hotéis, pousadas, não se acanhe, que vai ficara em casa de moradores, que vão lhe tratar como reis e a precos módicos.

Como a economia é baseada no extrativismo agrícola você pode visita-la em outras ocasiões do ano, na época do (pinhão principalmente) ou da safra de frutas de caroço e maçã, conhecendo os habitos, a culinária da tradicional pecuária de corte, feita em terrenos acidentados, pedregosos, de topos planos, imensos sistemas de recarga hídrica)ica, com muitas cachoeiras, despraiados (informe-se la o que isso significa) tornando a Serra Catarinense um dos maiores mananciais brasileiros, riqueza ainda não devidamente compensada para os inúmeros proprietários rurais, que são o seus guardiões e que tanto sofrem pela ausencia de uma legislação que contemple a preservação. Mas há hospedagem para ninguem colocar defeito nas fazendas que exploram o turismo rural, todas bem próximas ao núcleo urbano.

Urupema é um lugar ainda pouco conhecido. Raro local em que durante o amanhecer e anoitecer, a poucos metros da avenida principal, escutam-se nas primeiras horas do dia e ao anoitecer as curucacas (curicacas), grandes aves do gênero Íbis, empoleiradas nas araucárias, possivelmente discutindo a relação com os seus pares eternos e os cantos característicos das gralhas-azuis (corvos brasileiros), aves do gênero Cyaonocorax e uma infindável quantidade de pássaros de todos os matizes. Uma das mais belas expressões que já ouvi sobre a Serra Catarinense, notavelmente sobre Urubici, Urupema e Bom Jardim da Serra ( ou simplesmente Jardim da Serra), foi a de a natureza chega até a avenida principal.Num mar de atrativos da riquíssima riqueza natural, jamais se surpreenda pela generosidade, educação, cortesia com os visitantes, hospitalidade do povo serrano, que em Urupema tem a máxima expressão. Conte nuvens, pássaros, sensacões do vento e do silencio, enfim, viva! Esqueça o tempo, pois em Urupema, até ele espera.

 

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